Só um espaço vazio pra completar com meus excessos de pensamentos que transbordam e às vezes me tampam a visão.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
O mundo está ridículo!
Um garoto de 16 anos é morto ao esbarrar, acidentalmente, em uma mulher quando entrou em um ônibus. Que ridículo! Ô seu assassino, ô moço, olha pra cá: quem você acha que é?!
Porra!
Quem você acha que é pra tirar a vida de uma pessoa!?
Quem você acha que é pra simplesmente matar uma pessoa assim?!
Uma pessoa que você nem conhecia. Uma pessoa que você nem sabia se fazia o bem ou não, e mesmo se não fizesse não deveria ser assassinada. Você é um otário! Você acha que é Deus mas está muito longe disso, muito mais longe do que você imagina.
Não gostou!? Me processe, ou melhor, me mate!
Porra!
Aonde nós estamos?! Quem somos nós?! Eu não sei a respostas de muitas das perguntas que eu me faço mas de uma eu tenho certeza: é óbvio que a gente não tem o direito de matar ninguém cara!
Sim, eu estou revoltado. Sim, eu acho um absurdo.
Quando é que os seres humanos vão deixar de ser arrogantes!? Quando é que eles vão descer do salto alto e começar a reparar as merdas que eles fazem!?
Porra!
Sim, eu estou revoltado
Foda-se...
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Nada que já não faça sentido nunca

Eu sou jovem demais pra me preocupar, pra me ocupar, pra esquecer dos meus sonhos, pra perder tempo. Eu sou jovem demais pra deixar de fazer, pra me deixar esquecer. Eu sou jovem demais pra me esquecer de aprender, pra me recusar a aprender. Eu sou jovem demais pra deixar tudo o que eu acredito passar e não me apegar ao que eu quero pra quando eu estiver velho demais. E sem nem perceber eu fiquei velho demais. Minha idade passou. Minha energia quase não sobrou. Minha vida está por um fio e eu fico esperando esse fio esticar até se arrebentar lentamente...
Eu sou velho demais pra querer ser jovem demais. Eu sou jovem demais pra me deixar ficar velho demais.
minhas palavras estão meio confusas hoje...
quarta-feira, 14 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
O dia depois de hoje...
Ainda há terra nos cantos das unhas. Certas palavras ainda me incomodam, mas já sinto diferença.
Abriram a tampa do caixão e eu me levantei, sujo e com as roupas em decomposição, isso é verdade, mas é o de menos. Nada que um banho e uma troca de roupa não resolvam. E as coisas vão ficando normais como antes: ao laranja o que é limão, ao amarelo o que não é pêra, afinal de contas qual o seu normal?!
Me abaixo quando avisto as pedras voadoras, e elas são muitas. Vem de todos os lados, inclusive do de dentro, mas eu me defendo sem me mexer, me esquivo sem nem tentar, afinal de contas, a vida é minha, a decisão é minha e a esmola, depois que você deixar no meu chapéu, será minha, e eu seguirei em frente, feliz e contente com a profissão que não abracei, palavras de um sábio.
Quem acha absurdo que me julgue, quem acha correto que me vanglorie, e quem é coerente que se sinta inseguro assim como eu.
Vão pro inferno...
sábado, 27 de março de 2010
Hoje...
...me olhei no espelho e tomei um susto. Eu estava velho, mais que o normal.
Acabado, enrugado, com o semblante de cansaço, com a aparência de doente. Meu sorrisos se aposentaram, minha esperança se cansou de esperar, minha imaginação não existe mais. Me alimento de realidade e vivo pra isso. "Que horas?!", "Como?!", "Onde?!"... Sem porque, sem "e se...". O que aconteceu?! E o que mais me impressiona é isso, eu morri aos poucos e nem percebi! Cadê o eu de verdade, o eu sem medo, cheio de esperanças, feliz só por ser?! Onde foi parar?!
Meus olhos vão se fechando e eu caio em sono fundo. Sem sonhos. E é assim que eu vivo agora...
Sem sonhos, esperanças, amigos imaginários, amigos reais.
Sou eu, o material...
Robot rock
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